Qualquer actividade que envolva a leitura de um mapa com o propósito de percorrer um trajecto pode considerar-se Orientação.

Como desporto, a Orientação mantém este conceito fundamental, aliando diversão, forma física e destreza mental, resultando numa aventura ao ar livre quer para atletas altamente preparados, atletas amadores e famílias ou amigos que procuram um agradável passeio pela floresta.

Para quem se inicia na Orientação, a leitura do mapa, o uso da bússola, o reconhecimento dos terrenos envolventes, a procura dos elementos e pontos de controlo é o principal desafio, sem as preocupações adicionais dos Atletas de Competição. O principal adversário para o Iniciante é ele próprio e o terreno.

A Orientação não é um desporto de regras, mas um desporto técnico, sendo essencial o conhecimento das técnicas básicas de navegação com vista a melhorar progressivamente e evitar que os erros ocorram de forma sistemática.

A possibilidade do Orientista se perder aumenta a sensação de aventura. O nervosismo e excitação resultantes facilmente se transformam em confiança e regozijo à medida que cada ponto de controlo aparece à nossa frente.

Para o Orientista experimentado, a luta faz-se não só entre si e o terreno, mas também com os outros participantes. A rapidez de progressão, a resistência, as tomadas de decisão mais eficazes e as técnicas avançadas de navegação fundem-se num todo, com o intuito de completar os percursos mais rapidamente que os outros.